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CS2: treinador estrangeiro é ponto de divergência na FURIA; entenda
Counter-Strike 2

CS2: treinador estrangeiro é ponto de divergência na FURIA; entenda

FalleN acredita que treinador estrangeiro pode afetar comunicação de quinteto brasileiro

Filipe Carbone •
21/04/2024 às 17h45, atualizado há 3 meses

A possibilidade de um treinador estrangeiro assumir a FURIA parece ser um interesse de André Akkari, um dos fundadores da organização. Em entrevista à Game Arena, Gabriel “FalleN” Toledo disse que isso é um ponto que está sendo debatido entre o grupo.

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Por mais que um dos executivos tenha revelado durante o MD2 com Alexandre “Gaules” Borba que a ideia o agrada, FalleN é contra por alguns motivos. Ainda assim, o Professor entende a necessidade de aumentar a possibilidade de jogadores que podem atuar junto aos brasileiros — independentemente da nacionalidade.

FalleN explicou que a chegada de um treinador de outro país tornaria o entendimento do jogo quase impossível.

O Akkari diverge um pouco da opinião que nós temos. A minha opinião é que um coach estrangeiro vai acabar sofrendo um pouco se o time for brasileiro. Ele vai entender o que está sendo falado o tempo inteiro? Como ele vai fazer o melhor julgamento das ações?“.

Rodinha de jogadores da FURIA com FalleN ao fundo e KSCERATO.
Foto: Stephanie Lindgren/PGL

Isso não significa que FalleN seja contra qualquer estrangeiro na comissão técnica. Ele entende o valor de um gringo na hora de assistir um review e ir conversar com o time no pós partida.

Função escassa no Counter-Strike

E é justamente neste ponto em que o Professor disse que existem poucos melhores que Nicholas “guerri” Nogueira disponível no mercado. Não é a toa que ele revelou que a saída de Guerri do cargo de treinador da FURIA é “uma injustiça”.

FalleN citou a experiência que teve em outros times para dizer que são poucos os treinadores no mercado que realmente revolucionem a forma como um time pode jogar Counter-Strike. Seja no Brasil ou fora daqui, os nomes não parecem ser fáceis de escolher.

Eu acredito que são poucos que tem esse conhecimento assim para agregar nesse nível, sabe? Para dizer que tem alguém que muda a sua visão do CS é difícil de imaginar. Eu não acho que são muitos nomes que agregam“.

Conhecendo bem da cena competitiva, FalleN sabe que a escassez desses nomes custam um preço. Para ele, é isso que a FURIA tem que observar na hora de ir atrás de um nome caso queira arriscar um pouco mais.

É claro que tem muitos profissionais, tem coaches renomados aí que devem ter condições de agregar neste sentindo. Então, é questão de ver disponibilidade, ver preço, ver quem é que está livre“, revelou FalleN.


Confira nossos vídeos. Neste aqui conversamos com FalleN, durante o GET Rio, que falou sobre as mudanças da FURIA, novas peças no time e mais:

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