Electronic Arts

Electronic Arts demite 670 funcionários e cancela jogos em desenvolvimento

Cerca de 5% do quadro de funcionários da Electronic Arts foi afetado com os desligamentos.

Cerca de 5% do quadro de funcionários da Electronic Arts foi afetado com os desligamentos.

Electronic Arts cancelou uma série de jogos, incluindo um FPS de Star Wars

A Electronic Arts revelou na última quarta-feira (28), que está desligando cerca de 670 funcionários do quadro de trabalhadores da empresa. Ao todo, os desligamentos somam 5% da força de trabalho atual da desenvolvedora.

Além do desligamento desses funcionários, a Ridgeline Games, estúdio formado em 2021 para desenvolver um jogo single-player no universo de Battlefield, foi fechado. O estúdio tinha sede em Seattle, teve a confirmação o fechamento por meio de um comunicado da presidente da EA, Laura Miele.

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Alguns funcionários do estúdio foram realocados para a Ripple Effect, um estúdio sediado em Los Angeles, que está desenvolvendo uma experiência multiplayer para Battlefield. Agora, a Criterion Games, conhecida pelo trabalho com Need for Speed, comandará o projeto singleplayer da franquia de jogos de guerra.

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A Electronic Arts também cancelou um novo jogo de Star Wars da Respawn Entertainment, que supostamente seria um shooter em primeira pessoa baseado em Mandalorian, série do universo da franquia. A empresa também revelou que não deve produzir mais jogos licenciados.

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No entanto, a próxima aventura da franquia Star Wars Jedi continua em produção, além de Marvel’s Iron Man e Marvel’s Black Panther, que continuam em desenvolvimento. O foco agora da empresa é trabalhar nas próprias propriedades intelectuais, esportes e “comunidades massivas online”.

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“Esse foco maior nos permite impulsionar a criatividade, acelerar a inovação e duplicar nossas maiores oportunidades — incluindo nossa propriedade intelectual, esportes e comunidades on-line massivas — para oferecer o entretenimento que os jogadores desejam hoje e amanhã. Por último, estamos simplificando nossa empresa operações para oferecer experiências mais profundas e conectadas para fãs em todos os lugares que constroem comunidades, moldam a cultura e aumentam o fandom”, disse Andrew Wilson, CEO da Electronic Arts.

Segundo o CEO, essa estruturação é uma forma da EA conseguir responder à “transformação rápida da indústria onde as motivações e necessidades dos jogadores mudaram significativamente”. “Entendo que isso criará incerteza e será um desafio para muitos que trabalharam com tanta dedicação e paixão e fizeram contribuições importantes para a nossa empresa”, disse Wilson.

“Embora nem todas as equipes sejam afetadas, esta é a parte mais difícil dessas mudanças, e consideramos profundamente todas as opções para tentar limitar os impactos às nossas equipes. Nosso principal objetivo é fornecer aos membros da equipe oportunidades para encontrar novas funções e caminhos para fazer a transição para outros projetos. Quando isso não for possível, apoiaremos e trabalharemos com cada colega com a máxima atenção, cuidado e respeito”, finalizou o CEO da Electronic Arts.

Com informações de: Games Radar+


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