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Escolhas da Redação: os momentos mais marcantes dos games, por Pedro Scapin

Confira os 10 melhores momentos da história dos games por Pedro Scapin, o responsável por Guia de Ultimate Team, Domingo de Relax, e TBT. Dando sequência na fila puxada pelos queridos Marcellus Vinícius, Marcelo Ferrantini e Igor Pontes, nesta semana o Escolhas da Redação tá comigo. Nela, trago os momentos mais marcantes dos videogames, na minha humilde e correta opinião.

Pedro Scapin •
22/07/2023 às 11h00, atualizado há um ano

Confira os 10 melhores momentos da história dos games por Pedro Scapin, o responsável por Guia de Ultimate Team, Domingo de Relax, e TBT.

Dando sequência na fila puxada pelos queridos Marcellus Vinícius, Marcelo Ferrantini e Igor Pontes, nesta semana o Escolhas da Redação tá comigo. Nela, trago os momentos mais marcantes dos videogames, na minha humilde e correta opinião.

Lembrando que tudo, a partir de agora, é spoiler de vários jogos. Então, fique avisado que algumas tramas e momentos chaves serão expostos durante esse capítulo do Escolhas da Redação.

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Vamos às regras:

1 – Não vale repetir a franquia
2 – É necessário que haja jogos de console e PC
3 – Quanto mais gerações, melhor!

10 – Counter-Strike (as viradas de noite na LAN House)

Eu sou dá época em que jogos de tiro online eram no PC, mas, como eu não tinha uma máquina minimente potente para rodas os games em casa, a solução era ir até uma LAN House próxima com os amigos e passar horas trocando balas na cs_Rio.

Counter Strike Rio

Mas o meu momento marcante com CS foi fazer parte de uma promoção na lendária Time Games chamada “Café da Manhã”, onde o dono trancava a LAN House meia noite e só abria às 8h do dia seguinte, mas chegava trazendo uma refeição regada para a galera. Inclusive saudades dos joelhos da Art Pão…

9 – Call of Duty Warzone (Primeira vitória solo)

Sempre fui muito conectado à franquia Call of Duty, principalmente desde a chegada do primeiro Modern Warfare. De lá para cá, venho jogando religiosamente os lançamentos anuais, com bastante foco no Multiplayer e nas horas de grind para liberar todas as armas e as respectivas camuflagens especiais.

Escolhas Warzone

Mas o ápice de minha relação com CoD aconteceu com o lançamento do primeiro Warzone, em março de 2020. Toda a minha experiência com o Multiplayer não havia sido capaz de gerar o sentimento de mais completa concentração e o êxtase da primeira vitória solo no battle royale. Foram alguns bons minutos até que meu corpo parasse de tremer.

8 – FIFA (Tirar Pelé no Ultimate Team)

Assim como em Call of Duty, acompanho fielmente a franquia FIFA desde os primórdios do Mega Drive, mas meu lado competitivo me fez chegar ao auge da felicidade curiosamente na derradeira versão do game da EA com chancela da entidade máxima do futebol.

FIFA 23

Eis que no Ultimate Team do FIFA 23, numa tarde qualquer de janeiro deste ano, ao abrir um pack aleatório vindo de algum DME bobo, a tela de abertura de pack piscou em branco e dourado, seguido da bandeira do Brasil e da inacreditável aparição de ninguém menos do que o Rei do Futebol, o saudoso Pelé. Nunca havia tirado carta tão absurda assim no UT, e vai ficar pra sempre na minha memória.

7 – GTA San Andreas (Usando o Jet Pack pela primeira vez)

Grand Theft Auto é uma série bastante conhecida pelo gameplay insano e sem amarras, mas também pela enormidade de cheats que podem ser ativados. E em GTA San Andreas eu realizei um sonho antigo que tinha na franquia.

GTA San Andreas

Depois de jogar por muitas horas sem usar qualquer cheat, soube, através de um amigo, da existência de um código que simplesmente liberava o uso de uma Jet Pack, a gloriosa mochila a jato. De início não acreditei muito, pois era algo lendário dentre meu círculo de amizades gamers, e que não era possível em jogos GTAs anteriores. Mas quando ele pegou o controle e colocou a sequência ↑, ↓, ←, →, L1, L2, R1, R2, ↑, ↓, ← e →, meus olhinhos brilharam com a emoção de voar infinitamente pelos céus de San Andreas.

6 – Horizon Zero Dawn (revelação de a Terra ter praticamente acabado)

Horizon Zero Dawn é um marco dentro do ecossistema PlayStation, com um gameplay divertidíssimo, gráficos de ponta, e uma narrativa viciante e misteriosa. Afinal de contas, estamos falando de um cenário basicamente primitivo, mas povoado de máquinas avançadas que simulam alguns animais.

Horizon Zero Dawn

Em certo ponto da história, descobrimos que Aloy é a última cartada de um projeto científico de muito anos no passado que acabou dando terrivelmente errado e levou à quase extinção dos humanos na Terra. Depois de um árduo e longo processo de repovoamento, as máquinas acabaram corrompidas e se tornaram hostis, e é aí que estamos na história de Horizon Zero Dawn. Mas a descoberta da verdade foi muito impactante e inesperada.

5 – Final Fantasy X (a revelação de que Jecth é Sin)

Em Final Fantasy X, controlamos Tidus, um jovem de cabelo loiro que, um dia, acorda em uma terra desconhecida chamada Spira. No desenrolar da trama, já ao lado de um grupo de amigos, ele descobre que o próprio pai, Jecht, que havia supostamente abandonado a família em Zanarkand, era uma lenda em Spira, e conta para o grupo a versão dele da história.

Só que Jecht não abandonou Tidus e a esposa. Ele, na verdade, foi sequestrado por Sin, uma criatura mítica de Spira, e lá conheceu Braska, um antigo sacerdote que o convidou para ser um dos guardiões ,numa peregrinação cujo objetivo era derrotar o próprio Sin.

Final Fantasy X

No tempo presente de Final Fantasy X, Tidus embarca numa aventura semelhante, só que como guardião de Yuna, que posteriormente revela ser filha de Braska. Nos momentos decisivos da história, descobrimos que Sin, na verdade, era uma criatura cíclica, que morria e voltava à vida depois de um tempo, e que para derrotá-lo, um dos integrantes da peregrinação deveria se sacrificar e se tornar o Final Aeon do sacerdote, a única força capaz de derrotar a criatura maligna.

No entanto, a espiral de morte que cerca Sin capturou Jecht, quando o espírito do pai de Tidus foi possuído e transformado no núcleo de um novo Sin, mas não qualquer Sin, e sim o próprio que atormenta Spira no tempo em que Tidus participa da peregrinação de Yuna.

4 – Metal Gear Solid (a luta contra Liquid Snake no topo do REX)

Metal Gear Solid como um todo já é lendário, mas como o Igor Pontes roubou a luta contra Psycho Mantis, resolvi escolher um outro momento marcante: o final do game.

Metal Gear Solid

Após uma árdua batalha contra o próprio Metal Gear, acabamos na cabeça do robozão e saímos na mão com Liquid Snake, o grande antagonista do jogo. A trocação franca acontece enquanto uma bomba relógio ameaça explodir tudo se Meryl, uma das companheiras do protagonista, morresse. Tudo isso enquanto toca o tema de batalha de MGS.

3 – Pokémon Crystal (Batalha contra Red)

Minha história com Pokémon Crystal não teve um final feliz, mas como diria o outro, não é sobre o destino, e, sim, sobre a viagem. E isso me leva a escolher um dos momentos mais icônicos da franquia e de todos os games: a batalha contra Red no topo do Mount Silver.

Depois de derrotar basicamente todos os principais treinadores de Johto e Kanto, ganhamos acesso a uma área secreta com Pokémon de altíssimo nível, e uma caverna secreta chamada Mt. Silver. Ao fim de uma árdua escalada, nos deparamos com um último desafio, ninguém menos do que Red, o protagonista dos primeiro jogos da série.

Pokémon Crystal Red

A batalha é intensa e vibrante, e poder fazer um tira-teima para descobrir, de uma vez por todas, quem é o melhor treinador Pokémon foi absolutamente incrível.

2 – The Last of Us Part II (Morte de Joel)

Ao final do primeiro The Last of Us, muitos jogadores sentiram raiva de Joel pela mentira deslavada que ele contou para Ellie. E o começo do segundo game traz à tona essa sensação de estranheza e desconfiança por parte da protagonista.

The Last of Us Part II

Mas não demora muito para que uma cena chocante faça Ellie esquecer, ainda que não completamente, as ações de Joel. Isso porque o rapaz tem sua cabeça obliterada por Abby, enquanto nossa protagonista agoniza no chão, presa por capangas. Toda a constituição daquele momento é brutal e agressiva, e algo que ninguém esperava que fosse acontecer tão cedo na Part II.

1 – Bloodborne (Batalha contra o Órfão de Kos)

É claro que Bloodborne seria o dono do topo na minha lista, é meu jogo favorito da vida, afinal de contas. Depois de incontáveis horas me aventurando, matando e morrendo pelas ruas de Yharnam, a From Software lançou uma expansão para o game, trazendo alguns novos chefões.

Um deles é o que mais me deu trabalho dentro de todos os jogos do estilo Soulsborne feitos pela From. O Órfão de Kos, uma criatura asquerosa, que luta usando a placenta da mãe morta. Bacana, não é mesmo?

Bloodborne

Mas, além de bizarro, o Órfão de Kos é absolutamente agressivo e roubado, com golpes capazes de te matar em dois tempos, e uma barra de vida aparentemente infinita. Foram mais de 100 tentativas, sem exagero, até que eu finalmente conseguisse expurgar aquela atrocidade da minha tela. Por isso, este é meu momento mais marcante na história dos games.


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