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Inicialmente, Paluh comentou sobre a grande presença do público, que foi presencialmente acompanhar a apresentação do jogador na W7M:
“Não esperava, não. Foi até algo novo, né? A W7M aí quer se aproximar um pouco mais do público, né? Vai começar a abrir as portas mais pra ter essa convivência com a comunidade, né? Ter esse carinho mais próximo. Algumas outras orgs fazem isso e eu acho que é muito bom porque você cria uma proximidade mais da org, né? A pessoa se interessa mais, vai criando aquela conexão. Então eu acho muito da hora. E, pô vou, é sempre muito absurdo ter esse carinho do pessoal tirar aquela foto, aquela ideia e tem uma sensação muito da hora”
Paluh deixou a Team Liquid após quase oito anos. O jogador comentou sobre sair da organização neerlandesa e afirmou que acredita que seu tempo na equipe já havia acabado:
“Cara, eu acho que foi muito da hora a história toda que eu passei lá na Liquid. Foi um capítulo ali que, sem dúvidas, eu aprendi muito, criei muitas amizades, muitas… Aprendi muita coisa que eu vou levar assim sem dúvida, as peças da vida, como jogador e como pessoa também. E, pô, como eu falei, eu saí sem nenhuma inimizade de lá. Foi muito da hora o tempo lá. Agora é uma nova etapa.
Eu acho que, crendo ou não, já deveria ter acontecido. Aconteceu, tipo, essa saída minha, desligamento, eu acho que deveria ter acontecido antes. Seja pra me mudar um pouco, assim, tava um pouco acomodado ou algo do tipo, mas, tipo, sei lá, eu precisava de renovar os ares, assim, né? Eu acho que, sem dúvidas, vai me fazer muito bem. É muito da hora estar agora com os moleques. São muita gente boa aí, a gente tá se divertindo muito.”
Paluh explicou porque escolheu a W7M como sua nova casa na carreira:
“Cara, acho que a W7M assim tinha tudo que eu procurava e eu acho que eu só podia acrescentar pelos moleques, como eu falei todos os jogadores ali, eles tem características muito boas e hoje em dia pro meta, assim, dizendo, tipo, eu acho que é um time muito completo, tem tudo que precisa pra um time campeão, e eles já eram um time muito bom, eu acho que com a minha entrada, a gente tende só a crescer mais.”
De casa nova, Paluh explicou o que o torcedor da W7M pode esperar de seu novo reforço:
“Cara, como eu falei, eu acho que hoje em dia a função do Sup2, que é o que eu vou fazer, ele é muito versátil. Claro que em momentos é necessário jogar um pouco mais adequado, marcar uma rotação, algo do tipo, mas em si, eu acho que o que eu consigo exercer muito bem é variar isso, né? Tipo, em momentos tá fazendo certa coisa ou outra, mas sem dúvidas quero acrescentar bastante essa agressividade pra surpreender bastante.”
Paluh também comentou sobre a nova função e se já está confortável com o papel:
“Sim. Eu gosto muito de, tipo, de não ser tão fixo, assim, de ser um pouco moldável. Eu acho que essa função, ela é muito boa por isso, porque em momentos eu posso tá fazendo coisas diferentes na mesma tática, tipo, repetindo ela, necessariamente eu preciso tá fazendo a mesma coisa. Eu posso executar elas de formas diferentes, com bonecos diferentes, então sem dúvidas eu acho que é uma função que vai me dar muito bem.”
Paluh comentou que já iniciou o trabalho com o novo time na W7M:
“Já, a gente já está treinando aí faz duas, três semanas, eu acho, a gente voltou bem cedo, a gente quis já voltar, se preparar bem para o reload, porque a gente está muito à vontade de levantar mais um título.”
O jogador comentou quais foram as suas primeiras impressões do novo time, o que você gostou mais de ver, o que você acha que a galera vai gostar de ver no servidor:
“Cara, falando assim do time geral, acho que a imprevisibilidade. Tipo assim como eu falei jogando contra eles assim o mais chato é você entender o ritmo que time jogava né eu agora estando no meio claro, mas era sempre muito chato porque muitas vezes eles estão jogando no ritmo devagar aí muda com rápido e tipo você está no outro lado do servidor você se sente muito sufocado, às vezes, assim, sabe? Tipo, é difícil de você reagir às coisas. E vendo na prática, assim, vivenciando isso, realmente é muito da hora. Claro que eu acho que esse método de jogo, principalmente em campeonatos, que tem aquela pressão toda, aquela… é mais emocionante, a gente fala, eu acho que é muito mais efetivo ainda.”
Após anos de parceria com Nesk, Paluh busca uma “nova dupla” na W7M. O jogador respondeu se já encontrou seu novo “braço direito”:
“Cara, a minha história com o Neskão acho que é muito da hora, né? Porque a gente jogou muito tempo junto. Acho que foi o duo que jogou mais tempo, por assim dizer. Mas com o tempo acabou que eu jogava próximo com ele em funções, mas com o tempo com as minhas mudanças acabou que eu não jogava tão próximo assim, mas apesar da gente estar no mesmo time. Certo. Hoje em dia é difícil dizer, tipo, não sei dizer exatamente um do, mas tipo, eu acho que eu sempre sou um cara que gosta de participar assim em tática, essas coisas assim, então às vezes o próprio IGL, então tipo, dá ideias, palpites assim pra no que a gente vai executar ali.”
Paluh opinou como pode adicionar no elenco da W7M e dar uma “nova cara” à equipe:
“Ah, cara, eu acho que o principal ali, eu acho que essa experiência que eu tive desde o começo, mudei muita experiência, várias situações. Tipo, querendo ou não, os moleques estavam juntos há um ano quase, então podem ter situações que, mesmo às vezes de problemas que vem contar em campeonato, que a gente já vivenciou muito, eu já vivenciei, que a gente teve de aprendizado, pode trazer à tona para ajudar a lidar com situações que já aconteceram.
E, cara, eu acho que também, taticamente, a gente na Liquid, apesar de ser engessado um pouco, a gente jogava num estilo mais lento, eu acho que a gente era muito bom taticamente e, querendo ou não, trazia bastante ideias para mudar em alguns momentos, ter mais variações, opções pra gente poder executar”
De casa nova após quase oito anos, Paluh comentou se “é estranho” viver longe das instalações da Team Liquid:
“Ah, é estranho, não tem como falar que não é a mesma fotinho do Twitter ali sempre azulzinho, agora eu abro ali vermelho, nossa, mas é uma sensação boa porque vivenciar tudo assim, como eu falei, tava precisando disso já há um tempo, talvez por acomodação ainda não tive essa iniciativa de fazer essa mudança, mas acho que vai me fazer muito bem aí e tenho certeza que vai dar muito certo.”
Apesar de ser um dos grandes nomes do cenário brasileiro, Paluh já bateu na trave algumas vezes. O jogador comentou se existe alguma pressão para conquistar grandes títulos, como o Six Invitational:
“Acho que não, cara, tipo assim, um bagulho que… um bagulho, uma coisa que eu sempre levei de mim assim é, tipo, sempre dar o máximo, seja tipo nos treinos, porque querendo ou não, tipo, a gente vai executar tudo ali, chegar no campeonato a gente não vai ter arrependimento, né, seja no servidor, depois quando eu estiver jogando, então cara, eu sempre gostei de dar o máximo pra não sentir isso, claro que independente vai ter aquela frustração, quando você perde, mas com o tempo eu aprendi a lidar melhor com essa frustração e tipo assim sabendo que eu tô dando o meu máximo ali eu sei que a gente tá atingindo o nosso potencial.”
Paluh comparou sua versão que chegou na Team Liquid, ainda muito novo, e as diferenças para o jogador que defenderá a W7M a partir de 2025:
“Cara, eu acho que eu desenvolvi muito desde o começo da Liquid, né? Eu entrei lá, tinha jogado seis meses de competitivo na Bootcamp, entrei na Liquid, joguei com o Zigão, que foi o cara que meio que começou, abriu as portas pra mim pro Siege, que, pô, foi absurdo pra mim como experiência, joguei do lado do Neskão durante todo esse tempo, que pra mim, também aprendi muita coisa do lado dele, tipo, vou levar ele aí com um amigo, festa da vida, com certeza. E, cara, eu acho que, sem dúvidas, eu joguei com muitos jogadores bons, cada um muito bom em certas coisas, aprendi com eles, então toda essa bagagem de conhecimento que eu fui aprendendo, eu acho que eu absorvi muito dessas coisas pra poder continuar, por exemplo, eu sinto que muitos jogadores vão se perdendo durante o meta do jogo, não conseguem se renovar.
Eu acho que todo esse aprendizado serviu pra eu ir levando isso e aprendendo e moldando e evoluindo no jogo, né? Porque querendo ou não, o R6 é um jogo que muda muito, tipo, temporada pra uma outra, são jogos diferentes às vezes, assim, né, muda muita coisa. Então, é muita experiência que eu acho que eu acumulei pra lidar com as situações, pra o próprio ano do Volps lá, né, que o pessoal fala tanto do Among e tudo, foi um ano difícil, tipo, porque a gente teve discussões, ele teve, não se sentia escutar no ouvido, muitas situações que, tipo, foram difíceis e eu aprendi a lidar, tipo, tive que me moldar pra aprender a ser outra pessoa, porque antigamente, as pessoas, por exemplo, os jogadores eram muito chucros, que a gente fala assim, tipo, ser duros nas críticas, essas coisas. Eu mesmo já fui muito assim, mas, tipo, fui aprendendo a lidar de forma diferente também durante o tempo. Então, eu acho que é isso, você precisa ser uma pessoa aberta a estar aprendendo novas coisas e evoluindo com o tempo.”, disse Paluh.
Por fim, Paluh deixou suas breves impressões sobre o novo Rainbow Six Siege X e se já testou o jogo:
“Cara, eu joguei muito pouquinho, porque eles não liberaram tantas coisas agora no beta público, que foi o que mesmo que a gente teve acesso, tiveram alguns criadores de conteúdo que acessaram o jogo antes e testaram outros modos, mas a gente não teve essa oportunidade ainda. Mas mais pra frente a gente vai ter acesso ao jogo, vai poder treinar no jogo, aí eu vou ter poder ter uma opinião mais formada dessas mudanças, mas em si, cara, eu acho que vai ser bom pro jogo, principalmente a parte de o jogo ser grátis agora, né, pra abrir pra um público novo experimentar como que é o Siege, que na minha opinião é um FPS muito diferenciado e que vai trazer aí muita gente que nunca experimentou esse estilo de jogo.”
Veja também nossos vídeos. Neste, falamos sobre as nossas primeiras impressões sobre o novo Rainbow Six Siege X: