Counter-Strike 2

CS2: arT revela propostas internacionais e o porquê do Fluxo

Fluxo é a oportunidade de arT de conseguir escalar um time para o cenário internacional após a FURIA

arT

Foto: Divulgação/ESL

O possível destino de Andrei “arT” Piozevan, após a saída da FURIA, foi muito comentado na comunidade de Counter-Strike. Muitos acreditavam que o jogador poderia desembarcar na Europa, mas ele escolheu seguir no Brasil – ou, se preferirem, seguir o Fluxo. Em entrevista à Game Arena, o brasileiro revelou o que lhe motivou a fazer esta escolha.

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O capitão conta que teve propostas para se juntar a equipes internacionais, logo após deixar o antigo time. Porém, “Nenhuma me agradou tanto quanto a do Fluxo”, disse arT. Ele também revelou que gostaria de chegar em uma equipe para causar impacto e, além disso, exercer o papel de líder.

“O Fluxo foi uma proposta onde eu senti que eu pudesse ter impacto que eu posso ter como IGL. Tive uma experiência muito grande em criação de talentos e desenvolver jogadores. A gente [FURIA] conseguiu buscar isso no cenário internacional e foi uma parada que eu curti fazer”, disse.

A busca por levar algo dos primeiros degraus para o mundo parece ser algo que realmente faz arT ter desejado o Fluxo. O jogador destacou todo o potencial que a organização tem de fazer isso, além de similaridades com a FURIA do passado.

“Jogadores com potencial e uma organização que quer fazer acontecer. Me remete muito à FURIA: um time novo, com potencial. Casou isso com a minha vontade de jogar e desenvolver talentos, criar um time forte no Brasil para poder competir internacionalmente“.

Foto: Divulgação/ESL

Otimista com companheiros de time

Mas nem só de desejo se vive a construção de um sonho. Tanto o Fluxo quanto arT precisam ter mãos de obra com capacidade de fazer isso acontecer. Durante a entrevista, arT destacou os companheiros de time e disse como ainda está aprendendo a ler cada um deles.

Entre os exemplos citados pelo capitão está Lucas “Lucaozy” Neves. ArT afirmou que ele é extremamente comunicativo dentro do servidor e possui capacidades que precisam ser desenvolvidas da maneira correta para que isso não se perca com o passar do tempo.

“Ele puxa bastante coisa. Então, eu preciso aprender a como usar o Lucão da melhor forma possível. Ele é um cara extremamente ativo dentro do server. Tem que se desenvolver para usar as qualidades que ele tem ao máximo”.

Esse descobrimento de novas personalidades e estilo de jogo é algo que arT não via praticamente desde 2018. Entretanto, ele revelou que apesar de todos os desafios que tem sido relembrar de diversos fundamentos de liderança, também é algo que o tem divertido.

“Trabalhar com um novo grupo está sendo muito divertido, muito legal, mas bem desafiador. No mesmo grupo você acaba esquecendo algumas coisas que você deveria estar falando, mas passa desapercebido. Tá sendo uma experiência diferente. Bem boa! Estou curtindo bastante conhecer os moleques novos”, destacou arT.


Assista também nossos vídeos. Neste aqui relembramos o dia em que um gato foi capaz de atrapalhar uma transmissão de mundial:

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